terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Eternamente

Quando decidi escrever "Eternamente", o Brasil passava por um período de sede por justiça: Isabella Nardoni havia sido assassinada pelo próprio pai e pela madrasta. A partir daí, decidi escrever uma obra com alto teor catártico, que pudesse exprimir os meus sentimentos com relação a isso aí nasceu a Inês. Foi difícil escrever uma personagem tão profunda, tão humana que sofreu com a morte da única filha: Sophia.
Construí algumas tramas paralelas com o intuito de quebrar tabus e esteriótipos e criei um personagem homossexual que assume a paternidade de um menino, após a morte trágica de sua mãe.
E é claro que não poderia faltar a boa( ou seria melhor dizer má?) e famigerada vilã. Dessa vez, ela é uma mulher que é capaz de tudo por amor, até mesmo matar.
Eu convido a você a entrar agora, numa estória de amor e que promete causar a comoção do público leitor.

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